SP TransVisão

 

Diversidade: eis uma das palavras que mais combinam com a SP Escola de Teatro, seja ela sexual, racial, religiosa ou de qualquer tipo. Vale lembrar, por exemplo, que as vagas de trabalho na recepção da Escola são reservadas, exclusivamente, a transexuais.

Por isso, em uma iniciativa inédita, a Instituição sediou, em janeiro de 2013, a SP TransVisão – Semana da Visibilidade Trans. O evento foi promovido pela própria Escola, em parceria com a Comissão da Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de São Paulo (OAB-SP); a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania; a Assessoria de Gêneros e Etnias, da Secretaria da Cultura; a Associação Brasileira de Transgêneros (Abrat); a Associação Brasileira de Homens Trans (ABHT); a Companhia de Teatro Os Satyros; a Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap), e o Governo de São Paulo.

“Nosso objetivo, com a realização da SP TransVisão, era abrir mais um espaço para o debate sobre a tolerância e a diversidade, afinal, são assuntos que geram fascínio, opiniões diversas e, claro, muita polêmica. Com o evento, pretendíamos abrir mais os olhos e o coração da população de São Paulo sobre a cultura e o universo trans”, diz Ivam Cabral, diretor executivo da Instituição.

A programação do evento englobou mesas de discussão, documentário, exposição, peça de teatro e performances.

Durante o SP TransVisão, o cartunista Laerte, que desde 2009 adotou o “cross-dressing”, vestindo-se com roupas e acessórios femininos, inaugurou no saguão da Sede Roosevelt uma exposição de quadrinhos da Muriel, o nome de sua personagem trans. A mostra, chamada “Muriel visível”, permaneceu por alguns dias aberta para a visitação do público.

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