Apoiando causas e projetos

 

Reconhecer e apoiar causas e projetos fundamentais para a cena cultural brasileira é missão de grande prazer e orgulho para a SP Escola de Teatro.

Ao falar sobre causas, é necessário lembrar duas das maiores em que a Instituição se envolveu neste ano: em prol de duas instituições de importância ímpar no Brasil, a Sociedade Brasileira de Autores (Sbat) e a ELT de Santo André.

Em relação à primeira, a Escola vem lutando desde o ano passado. Sabe-se que a Sbat passa por uma grande crise e, por muito pouco, não foi abandonada. O renomado diretor Aderbal Freire-Filho tomou para si a causa e contou, entre outros, com o apoio de Ivam Cabral, diretor executivo da Escola. Entre encontros e ações, foi criada até a Associação de Amigos da Sbat (Aasbat).
Marici Salomão, coordenadora do curso de Dramaturgia da Escola, o dramaturgo e escritor Lauro César Muniz, o ator Ney Piacentini, o ator, dramaturgo e diretor Hugo Possolo e o advogado Dinovan Dumas de Oliveira são outros dos envolvidos nesta árdua missão de erguer a Sbat, que atingiu o fundo do poço após gestões fraudulentas e equivocadas. A meta é quitar as dívidas da instituição e recuperar seu prestígio até o ano de seu centenário, em 2017.

A Escola também não se omitiu da responsabilidade de lutar para que a Escola Livre de Teatro de Santo André (ELT) continuasse, efetivamente, livre, e apoiou as manifestações pacíficas realizadas pelos alunos e ativistas da causa.

“Na ELT, alguns dos grandes nomes do pensamento e da pedagogia teatral contemporânea estiveram reunidos, apoiados por uma consistente e séria base teórica, para formular um dos projetos mais espetaculares da história da formação teatral brasileira. A ELT é essencial para a vida cultural de nosso País e para a formação de cidadãos conscientes de seu papel perante a sociedade”, afirma Ivam Cabral.

Como já foi dito, a SP Escola de Teatro apoiou, em 2013, causas e muitos projetos. Um deles foi “Metaxu em oito”, cuja proposta era traçar um perfil da vida e trajetória da escritora e filósofa francesa Simone Weil, por meio de experimentos audiovisuais.

Idealizado pela atriz Helena Magon, pela atriz, roteirista e produtora Thais Simi, e pela figurinista ítalo-lusitana Silvana Ivaldi – que é aprendiz intercambista do curso de Atuação, levou ao público oito experimentos audiovisuais de curta duração, criados por oito diretores diferentes e explorando perspectivas distintas. Além da exibição dos vídeos, houve bate-papo entre os diretores e as três idealizadoras do projeto e palestra com a professora e teóloga Maria Clara Bingemer.

O cineasta carioca Guilherme Coelho, diretor dos documentários “Fala tu” e “PQD”, também esteve na Escola, realizando um teste de elenco para seu novo longa-metragem. Assim como ele, Roger Del Pozo e outros membros da New York Film Academy também buscaram novos talentos por aqui.

Outros eventos sediados pela Instituição incluem: a leitura dramática de "Quase Pagu", com participação de Soninha Francine; duas edições do NME (Nova Música Eletroacústica), espaço itinerante de fomento à música experimental; e um curso de relações com a mídia – ou media training – “Como ser um bom interlocutor ou como ser útil para quem o lê ou assiste”, com os jornalistas Sérgio Ignacio, Flávia Guerra e João Luiz Vieira.

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