A Escola em ebulição

 

O projeto artístico-pedagógico da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco relata que o objetivo essencial da Instituição é oferecer “uma rigorosa formação teatral por meio de diálogos intensos e contínuos com as pesquisas e investigações nos diversos campos das artes cênicas”.

Neste ano de 2013, esse objetivo, mais do que nunca, foi atingido.

Durante os 365 dias, a Escola se colocou em um constante ponto de ebulição, renovando, dia a dia, suas discussões artísticas, pedagógicas e filosóficas, e, consequentemente, aprimorando e diversificando as provocações que movem seus aprendizes, colaboradores e parceiros.

Foram tantas ações e novidades que dificilmente caberiam em apenas um ano. Cursos, parcerias, intercâmbios, convidados, eventos, processos seletivos, residências, experimentos e muitas outras atividades que, reunidas, conseguiram abraçar um sem-número de áreas das artes.

“Em apenas 365 dias, graças a muito trabalho e não deixando nunca de sonhar, dialogamos com artistas e instituições de todos os cantos do mundo, pensamos e repensamos nossa estrutura pedagógica, criamos e demos continuidade a uma infinidade de projetos, e recebemos em nossas sedes muitos dos principais profissionais da área. Isso tudo para consolidar a Escola como o maior centro de formação das artes do palco da América Latina”, afirma, com orgulho, o diretor executivo Ivam Cabral.

“Neste ano, intensificaram-se nossas redes territoriais. Ou seja, sabendo que o trabalho de formação artística não está atrelado apenas às ações da sala de aula, estabelecemos inúmeras trocas com artistas estrangeiros, ampliamos nossas ações por intermédio dos Territórios Culturais Expandidos, estabelecemos contatos com práticas artísticas com residências, lançamos mais edições da revista A[L]BERTO e a Biblioteca ampliou suas atividades com projetos como lançamentos de livros, além do Leitura na Praça e do Chá e Cadernos”, afirma Joaquim Gama, coordenador pedagógico da Instituição.
Para 2014, ainda de acordo com Joaquim Gama, a intenção é “continuar investindo em processos coletivos de produção artística, na exclusão das possíveis lacunas entre quem ensina e faz teatro e na construção de um teatro investigativo, pautado na pesquisa de linguagens”.

E mantendo, acima de tudo, o sonho de construir um mundo mais solidário e humano. Afinal, como diz Ivam Cabral: “Sozinho não sou nada; mas com um sonho, sou um exército. E se mais ‘soldados’ acreditarem neste sonho, aí, nem se fala... Podemos mudar o mundo!”.

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