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Nos meses de março e abril, a Escola criou ações para comemorar a Semana do Teatro, publicando em seu portal uma série de depoimentos, nos quais artistas foram convocados a falar sobre seus pares e reiterar a importância do fazer teatral em suas vidas. 

Foram dezenas de depoimentos, entre eles: Ademar Guerra por Oswaldo Mendes; Alberto Guzik por Sérgio Roveri; Antonio Abujamra por Marcia Abujamra; Antônio Araújo por Roberto Audio; Antunes Filho por Cássia Navas; Beatriz Segall por Alexandre Reinecke; Bel Kowarick por Marcelo Tas; Bibi Ferreira por Marcelo Médici; Cacilda Becker por Aguinaldo Cunha; Eva Wilma por Rubens Ewald Filho; Fernanda Montenegro por Alcides Nogueira; Lauro César Muniz por Mário Viana; Luis Melo por Marcio Abreu; Marco Nanini por Guilherme Weber; Maria Alice Vergueiro por Cacá Rosset; Mariana Lima por Enrique Diaz; e Mariana Ximenes por Fause Haten.

 

Outro projeto online da Instituição fez bonito esse ano. Lançada em março de 2010, A Teatropédia alcançou em 2012 o verbete número 5 mil, com Vera Fischer, que ganhou projeção nacional ao ser coroada Miss Brasil, em 1969, tenho iniciado sua trajetória artística no cinema, em 1973, como protagonista do filme “A Super Fêmea”, dirigido e escrito por Anibal Massaini Neto, com roteiro de Lauro César Muniz, Alexandre Pires e Adriano Stuart.

Atualmente, com mais de 5.200 verbetes, a Tetropédia continua a incrementar seu banco de dados e já é reconhecida como excelente fonte de pesquisa por profissionais e amantes das artes do palco. 

Além de verbetes de artistas, a Teatropédia também tem espaço para o registro de eventos, como o Avav 7, que a Escola sediou em 30 de outubro. Trata-se de uma multi plataforma para apresentações audiovisuais em tempo real, uma mostra mensal realizada pelo Epicentro Cultural, com curadoria e idealização de Veruscka Girio, do projeto Astronauta Mecânico. Destinada a artistas visuais, sonoros, performáticos, criadores e pesquisadores audiovisuais de manipulação de imagem e som em tempo real, o evento renova sua programação a cada mês, promovendo a circulação dos trabalhos divulgados. A improvisação, o acaso e o agora conduzem o rumo das experiências vividas pelo público.

 



Inspiração é ferramenta também para a turma do Fat Laces Festival 2012. Idealizado por Rafael Marcos, auxiliar de operação na Escola e apresentado na Sede Roosevelt da Instituição em novembro, o evento celebrou a arte de rua, iniciada em 1970, em guetos negros e latinos de Nova York, tendo chegado em São Paulo, anos depois, nos arredores da estação São Bento do Metrô e da Rua 24 de Maio, no Centro. Em sua 6ª edição, o projeto difundiu os elementos do Hip Hop, levando informação e entretenimento ao público. Durante os dois dias, a Escola sediou campeonatos de break dance, batalhas crew, exposição de grafites (live painting) e workshops de fotografia, produção de vídeo e produção musical, com participantes do quilate de B.boy Negão, B.boy Neguinho, Romynho Crew, Enrique, B.boy Sonek, Yago Street Son e Bgirl Dedessa.

Raul Teixeira, coordenador do curso de Sonoplastia, ao comentar todas as atividades do ano, descreve a incrível a sensação de gestar uma ideia e a alimentar diariamente com livros, reuniões, proposições de aulas. “Tudo isso torna esta Escola um lugar singular e estimulante. A prática e a teoria entre todas as áreas de criação nas artes do palco se entrelaçam, infiltram, trabalham juntas, e é uma satisfação praticar e discutir esta pedagogia que acredito possa ser uma maneira muito objetiva para quem quer trabalhar e desenvolver seus estudos nas artes cênicas. Aqui, nós abrimos as portas, as cabeças, mostramos caminhos e todos são bem-vindos, artistas já formados e aprendizes”. E arremata falando do imenso prazer que sente em ver os aprendizes reunidos, em rodas de discussão e na feitura de composições, todos inteirados na execução de seu trabalho. “Percebo que houve amadurecimento na estrutura da Escola, que se reflete diretamente nos aprendizes. Eles passaram a demonstrar um  envolvimento consciente de suas funções como artistas de teatro.”

Antes de concluir, ele se recorda do momento em que uma banda foi formada para finalizar o semestre passado. “Propus aos músicos e cantores que montassem um repertório para a nossa festa e rapidamente formou-se um grupo, a Banda ‘Tio Dodô e os Avelinos’, que fez muito sucesso na festa de encerramento da Escola.”

 

Já Guilherme Bonfanti, coordenador de Iluminação, diz que, mesmo com a dificuldade dos aprendizes em saírem de uma luz mais teatral e de soluções convencionais, observa fatos surpreendentes, como um projeto de não-luz, um protesto conceitual.

“Há uma maior disponibilidade dos aprendizes da minha área em dialogar com os outros cursos e buscar juntos os difíceis caminhos que levem a um humor transformador”, diz Raul Barretto, coordenador do curso de Humor. Da mesma opinião é Marici Salomão, de Dramaturgia, que diz que, no âmbito de uma escola, tudo o que diz respeito ao crescimento do aprendiz, chama muito a atenção. “É incrível quando um dramaturgo jovem desperta para a arte, de forma tenaz e sensível. Deixa uma ficha cair e se potencializa como ser humano e como criador. E isso nos sensibiliza muito.”

E não é só dentro da Instituição que vê e sente o crescimento desses jovens artistas. Muitos ainda nem  concluíram sua formação na Escola e já estão atuando no mercado. “A demanda de estágios para os cursos de Cenografia e Figurino, Sonoplastia, Técnicas de Palco e Iluminação foi grande em 2012. Conseguimos encaminhar 100% dos aprendizes para estágios nestas áreas. Além disso, a maioria dos alunos destes Cursos sai da Instituição empregada em grandes teatros, como o Bradesco, o Alfa, o Sesc. Hoje, a indústria criativa representa o terceiro maior mercado no Brasil. É um dos setores que mais crescem. Para citar um exemplo, grandes artistas, como Madonna, incluíram o País em suas turnês. Isso significa que centenas de pessoas são empregadas por diversos meses para estas produções internacionais”, comenta Ivam Cabral.

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