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Territórios Culturais

Territórios Culturais

Entre as tantas atividades do ano letivo, um dos pontos altos foram os Territórios Culturais, realizados aos sábados e abertos ao público. A primeira edição anual, voltada exclusivamente para o Experimento do Módulo Azul, ofereceu palestra com a artista plástica Lucia Koch, cuja obra foi adotada – junto com a do cineasta Peter Greenaway – como material poético de trabalho do Módulo, cujo eixo temático era a performatividade. Após a apresentação de cada um dos oito grupos, foi realizada mesa de discussão sobre performatividade e os trabalhos apresentados, com a participação do performer, poeta, e professor Lucio Agra, e da diretora e professora teatral Beth Lopes.

 



Em março, foi a vez de o Módulo Verde apresentar seus Experimentos inspirados pelo texto dramatúrgico “Bella Ciao”, de Luís Alberto de Abreu. As aberturas de sala aconteceram na Sede Brás da Instituição e foram convidados para assistir e compartilhar suas impressões com os aprendizes os seguintes artistas e pesquisadores: Adélia Nicolete, Dagoberto Feliz, Vicente Concilio, Renata Zhaneta, Felisberto Sabino, Maria Lúcia Pupo,  Rogério Tarifa, Alexandre Krug, Luiz Fernando Ramos, Johana Albuquerque e Lucienne Guedes.

 



No início do segundo semestre, mais um Território Cultural, com extensa programação, foi realizado na Sede Roosevelt. A abertura foi marcada pelo plantio de árvores em frente ao prédio, além de apresentação de trabalhos desenvolvidos pelos aprendizes de Sonoplastia, com uma intervenção sonora, a partir de objetos elétricos, eletrônicos e percutíveis, construídos pelos próprios durante o primeiro semestre, o chamado Hiperinstrumento.

Na sequência, foi aberta a exposição comemorativa “Nelson Rodrigues – Toda Nudez Será Castigada”, homenagem ao centenário do maior dramaturgo do País. O diretor Marco Antonio Braz, um dos grandes estudiosos da obra de Rodrigues, compartilhou com o público seus conhecimentos acerca do dramaturgo. Simultaneamente, houve um encontro com Rene Silva, jovem responsável pelo projeto “Voz da Comunidade”, que ficou conhecido após twittar, em tempo real, a invasão da polícia ao Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em 2010.

Houve ainda muita música, com o show “Linha do Tempo Hip-Hop – 1973-1998”, comandado pelos DJ’s Eugênio Lima e Will Robson. Depois, o dançarino e coreógrafo Frank Ejara apresentou “Som em Movimento”, seu primeiro trabalho solo.

Ainda no segundo semestre foi realizado um Território Cultural para a turma vespertina, Módulo Vermelho. Nesse Módulo aprendizes tiveram a possibilidade de experimentar em sua plenitude a ideia de emancipação preconizada no Projeto Político Pedagógico da Instituição.  Assim, divididos em núcleos de trabalho, englobando as oito áreas das artes do palco, os aprendizes deveriam definir os seus processos de investigações cênicas, com base nas proposições estéticas e pedagógicas sugeridas pela Escola.

 



Os aprendizes desse Módulo receberam como ponto de partida para a elaboração de um projeto teatral uma epígrafe do geógrafo Milton Santos: “O mundo é formado não apenas pelo que já existe, mas pelo que pode efetivamente existir”, extraída do livro “Por uma outra Globalização”. Foram nove experimentos cênicos abordando questões ligadas à gentrificação, à solidariedade, à politica e à globalização, por exemplo.

E, no sábado (08/12), foi a vez dos aprendizes do Módulo Amarelo compartilharem com o público pela última vez suas investigações cênicas dentro das perspectivas da narratividade. Para acompanhar as aberturas de salas, como de costume, foram convidados artistas e profissionais de diversas áreas: Camila Caldeira Nunes (socióloga); Danilo Grangheia (ator e diretor); Kleber Montanheiro (ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador); Cris Lozzano (atriz e diretora); Evill Rebouças (ator, dramaturgo, diretor e pesquisador); Esio Magalhães (ator e diretor); Márcio Tadeu (ator, diretor, figurinista e cenógrafo); Marcos Moraes (professor, pesquisador da Faap); Daniel Maia (ator, compositor, músico, cantor e sonoplasta).

 



Três dias depois os convidados retornam à Sede Brás da Instituição para provocar os aprendizes e formadores da Escola com suas apreciações sobre os trabalhos assistidos no Experimento 3 do Módulo Amarelo. “É muito evidente como cada curso se posiciona e busca seu espaço na cena. E a qualidade do trabalho em conjunto comunica esses elementos”, revelou o ator e diretor Danilo Grangheia após assistir a um desses Experimentos.

Ao lembrar detalhes do ano letivo, Rodolfo García Vázquez ainda observa que a Instituição mostrou-se antenada com a pulsação da vida na cidade. “Talvez nossa escolha para o Módulo Amarelo (‘o PCC e o maio de 2006’) tenha sido especial. O tema tornou-se profético da realidade que hoje vivemos em São Paulo, infelizmente”, conclui.

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